JULIANO LOPEZ, UM REI ENTRE REIS Poema de Oscar Portela
Abres toda a magia deste mundo que cabe em teu sorriso e em teu corpo aonde amendoeiras florescem e à sombra de teus músculos perfeitos cobram formas os desejos que levam aos sonhos, aonde cabem as magias e os duendes que fazem do mundo eterna primavera e ao Olimpo liberam de tormentos.
E tu prodigalizas gozos jovem Hermes.
Tu Juliano deténs todo o tempo. E na inocência do ludibrio cabem Todos os céus e todos os infernos.
És o mar, o bosque e a pradaria. És a pedra eterna e sua harmonia.
És a luz que ilumina sem nos cegar E o dom de infinitude e tempo.
Juliano que inauguras os ouros de outros tempos que em tua boca abrem-se para sempre e todas as derrotas são possíveis.
Ante o vento tenaz de tua ousadia cai Tróia Juliano e se abrem arcos que pressagiam eras aonde Eros retorna e em suas asas traz mundos aromas e medidas que somente tu poderias reter junto a ti e o doce néctar, o vinho que os Deuses libam e fazem do sonho mortal perfeita epifania.
Juliano: abre tua boca fanal dos fanais Ali todo panal cabe e toda a hidromel do mundo sonha que o mundo tem a forma de teu corpo.
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JULIANO LOPEZ, UM REI ENTRE REIS
Poema de Oscar Portela
Abres toda a magia deste mundo
que cabe em teu sorriso
e em teu corpo aonde amendoeiras
florescem e à sombra de teus músculos
perfeitos cobram formas
os desejos que levam aos sonhos, aonde cabem as magias
e os duendes que fazem do mundo
eterna primavera e ao Olimpo
liberam de tormentos.
E tu prodigalizas gozos jovem Hermes.
Tu Juliano deténs todo o tempo.
E na inocência do ludibrio cabem
Todos os céus e todos os infernos.
És o mar, o bosque e a pradaria.
És a pedra eterna e sua harmonia.
És a luz que ilumina sem nos cegar
E o dom de infinitude e tempo.
Juliano que inauguras os ouros
de outros tempos que em tua boca
abrem-se para sempre e todas as derrotas são
possíveis.
Ante o vento
tenaz de tua ousadia cai Tróia
Juliano e se abrem arcos que pressagiam
eras aonde Eros retorna
e em suas asas traz mundos
aromas e medidas que somente tu
poderias reter junto a ti
e o doce néctar, o vinho que os
Deuses libam e fazem do sonho mortal
perfeita epifania.
Juliano: abre tua boca fanal dos fanais
Ali todo panal cabe e toda a hidromel
do mundo sonha que o mundo tem
a forma de teu corpo.
Corrientes – Argentina
machos como éste: brigado Oscar
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